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| Quinta do Agrinho |
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 Quinta do Agrinho Alojamento | Turismo Rural
Em pleno Parque Nacional da Peneda-Gerês, no meio de uma deslumbrante paisagem de vegetação, junto à barragem da Caniçada, vamos encontrar a Quinta do Agrinho, um local único dedicado ao lazer e ao bem-estar em harmonia com a natureza. Um espaço onde impera o verde, polvilhado de casas de campo em madeira e pedra e bungalows, cuja decoração aposta na simplicidade do minimalismo. Conta ainda com duas piscinas que dão vida aos Verões. |
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| Responsável: Paula Silva |
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| Localização: Campo |
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| Serviços |
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Ar condicionado nos quartos |
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TV nos quartos |
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Piscina |
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Refeições |
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Ténis |
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| Nº de camas: 13 |
| Nº de quartos: 16 |
| Nº de suites: 1 |
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| Categoria: Turismo Rural |
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| Acessos: Em Braga , siga na direcção de Amares e Gerês. A Quinta fica a 4 Kms das pontes de Rio Caldo no Gerês . |
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| Formas de pagamento: Cartões Crédito, Multibanco |
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| Formas de reserva: Telefone, Fax, Email, Internet |
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| Observações: Além dos quartos, que inclui uma suite, a Quinta dispõe ainda de 5 casas de campo, equipadas com dois quartos com cama de casal, banho, salão com lareira e kitchnet e 6 bungalows, com aquecimento central, quarto com banho e terraço.O preço das casas: variam entre os 99.50 Euros na época baixa e os 125.00 na época alta da Casa da Eira. Das casas de campo os 137.00 Euros na época baixa e 175.00 Euros na época alta. Na Quinta do Agrinho, pode praticar ténis por 7 Euros à hora, alugar bicicletas por 3 Euros à hora ou barcos de recreio. Pode ainda usufruir da piscina, desportos náuticos e passeios pedestres. |
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| Período de funcionamento: Todo o ano. |
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Uma quinta portuguesa
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Ao longe o Rio Cávado é um leito azul que reflecte o verde das encostas. Atrás desce aos socalcos a Quinta do Agrinho, marcada pela textura da pedra granito, do verde do Alto Minho e da aragem fresca que nos lembra o Gerês.
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Álvaro Cúria
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2002-10-22
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Depois de passar uma das pontes sobre o rio, apelidadas de «pontes do rio Caldo», não nos apercebemos que é um pouco mais à esquerda que temos que virar para este refúgio minhoto. Uma rampa muito acentuada dá acesso à casa principal da Quinta do Agrinho, uma casa por si só nortenha, de grandes paredes de granito e portadas de madeira clara. Vêem-se já as cortinas tricotadas dos quartos, cheira a Natureza, quer pela frescura da relva acabada de regar há pouco quer pelo ar leve, perfumado pelo aroma da terra molhada. Mas logo a seguir vem outra casa, desta vez com uma varanda de madeira ao longo da sua extensão. Em baixo, a sala de refeições da casa e o sorriso aberto de duas senhoras de lá perto. Há que descer ainda umas escadas de pedra, apertadas, cujas paredes e desníveis nos deixam entender que se trata de uma quinta antiga, para chegarmos a um espaço aberto, no primeiro socalco da caminhada até ao Rio Cávado. Aqui, o silêncio é cortado por gargalhadas de pessoas dispostas pela esplanada e pela piscina cuja vista alcança vales e montes do outro lado, todos eles pincelados de verdes, como se de um quadro impressionista se tratasse.
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Deixamos a esplanada, onde um grupo entoava o refrão de uma música que nos lembrou uma festa de aldeia, e continuamos, descendo mais escadas para encontrar o segundo patamar. Sem querermos o som humano ficou lá em cima, já nada se ouve por aqui, a não ser água corrente. Mas o rio ainda tarda a aparecer... A água que ouvimos vem de uma fonte natural, escondida atrás do verde gelado da vegetação local. Uma água cristalina que parece vidro a correr. Depois de um gole encontramos mais uma casa, desta vez quartos emoldurados por madeira e relva. Descemos mais um pouco e um espigueiro convida-nos a entrar. Lá dentro, o espectáculo é fabuloso: o sol corta as ripas de madeira e penetra o espigueiro partindo-se em dezenas de feixes de luz que nos listam o corpo. Estamos sozinhos, olhamos lá para fora e vemos tudo, ou quase tudo... Não conseguimos ver o rio, apenas o pressentimos. Para isso, descemos mais, muito mais, e encontramos um cais de madeira onde a água nos é oferecida de forma pura, englobada por um espectáculo natural.
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| 2ª Parte - Uma quinta portuguesa |
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Valdosende Morada: Lugar do Assento
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