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| Palace Hotel do Bussaco |
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| Responsável: Pedro Florindo |
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| Localização: Montanha Campo |
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| Preço Época Alta |
Preço Época Baixa |
| 169.00 € |
95.00 € |
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| Serviços |
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Aeroporto (110 Km) |
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Animais não admitidos |
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Ar condicionado em áreas comuns |
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Ar condicionado nos quartos |
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Babysitter |
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Bar |
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Cofre na recepção para guarda de valores |
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Elevador |
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Espaço / equipamento para acesso à internet |
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Estação de autocarros (5 m) |
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Estação de comboios (7 Km) |
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Garagem |
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Hospital / centro de saúde (7 Km) |
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Jardim |
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Lavandaria |
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Minibar |
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Música ou rádio nos quartos |
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Parque de estacionamento |
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TV nos quartos |
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Restaurante |
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Sala de reuniões / conferências |
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Sala de estar comum |
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Sala de festas |
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Secador de cabelo |
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Serviço de quartos |
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Snack-bar |
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Tabacaria |
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Telefone nos quartos |
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Ténis |
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| Nº de camas: 107 |
| Nº de quartos: 64 |
| Nº de suites: 4 |
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| Observações: Outro contacto:969 524 526. |
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| Formas de pagamento: Cartões Crédito, Multibanco |
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| Formas de reserva: Telefone, Fax, Email, Internet |
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| Hotéis nacionais pertencentes ao grupo: Palace Hotel da Curia, Hotel Metrópole, Hotel Astória, Hotel Praia Mar, Hotel da Torre |
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Palace do Bussaco
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Quartos únicos, um cheiro a madeira encerada que atravessa os corredores, arquitectura neo-manuelina e a elegância de um hotel com muitos anos. Usar em caso de romance.
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Henrique Burnay
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Ao fim da tarde, um café e um cálice de vinho do Porto servidos no bar. Paredes de madeira, sofás em pele, baixos e confortáveis, tectos em madeira, candeeiros lindíssimos, em cada parede ou ombreira de porta um detalhe diferente, e sobre a varanda, uma porta com janela, aberta, deixa entrar uma brisa com sabor a mata. Ao fundo da sala, um senhor de cabelos brancos lisos e alinhados, pele clara e pequenos envelopes nas mãos. Parece um reformado dos serviços secretos ingleses. E podia perfeitamente ser. Por aqui já passou de tudo.O livro de hóspedes regista com orgulho a assinatura de reis, rainhas, príncipes, actores, empresários e até Chistine Garnier, o mais parecido que Salazar teve com uma amante. Um hotel pode ser muita coisa. Um lugar de passagem, um quarto para dormir, ou isto. Isto é um hotel com cada uma das letras soletradas devagar. Um sítio onde se fica, onde se está, nem que seja por uma noite. Ao fim de várias curvas estreitas, começa a ver-se uma torre que faz lembrar a de Belém, depois um jardim, e finalmente o edifício todo.
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Construído em muitos e diferentes anos, o Palace do Bussaco ficou marcado de estilos diferentes, mas o neo-manuelino, com cordas, hemisférios e velas reinventadas é o mais notável. É um hotel elegante, mas não luxuoso, muito menos exuberante. É como nas pessoas, toda a diferença que vai da burguesia com dinheiro à aristocracia com bons modos. Não por acaso, a mata já se escreve Buçaco. Mas o hotel insiste em ser o Palace Hotel, Bussaco. Às vezes os pequenos detalhes são tudo. Atrás da recepção, toda em madeira, com gestos suaves entregam-nos a chave do quarto. Cada chave abre um quarto diferente. Claro, em todos os hotéis é assim, mas aqui cada quarto é diferente, não há um igual a nenhum outro. A suite nº1 é em Art Déco, o nº 7 foi o de Agatha Christie, o nº 77 em Art Noveau. Todos altos, janelas amplas, longos reposteiros e a vista, que varia sempre. De um lado a mata do Buçaco, luxuriante, em tons de verde variados.
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De outro, o jardim cuidado, com um pequeno lago, patos e um cheiro adocicado que entra pela janela assim que sopra uma brisa. Lá para as oito, atravessa-se o longo corredor com tapetes vermelhos, portas altas dos dois lados e um suave cheiro a madeira encerada, cruza-se o hall de entrada e a escadaria de pedra com vitrais em frente, para chegar à sala de jantar. A sala é acolhedora. Arcos neo-manuelinos, madeira em volta e no tecto, portas com vidrinhos, uma varanda de pedra sobre o jardim, e painéis a retratar passagens dos Lusíadas no cima das paredes.As mesas estão postas com elegância, mas sem exageros. Toalhas imaculadas, floreiras de prata, talheres a condizer e copos para beber o vinho. O vinho do Buçaco, feito em especial para a garrafeira do hotel. Perca-se o amor a oito contos e tente-se a colheita de 89. É o mínimo que se pode fazer em homenagem ao cuidado com que este vinho foi sendo produzido sob o olhar atento do senhor Santos, em tempos uma das almas do Bussaco. E ao bem que sabe.
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O resto da refeição não é exactamente a melhor do mundo, mas é um hino aos bons modos. Cada coisa em seu tempo, cada prato servido com cuidado, e tudo cozinhado com rigor. No fim, a sala de estar. Ao lado do bar, mesas, cadeiras e sofás baixos, e o silêncio de vozes que murmuram, numa atmosfera atravessada pelo cheiro de charutos e cachimbos. Depois, cada um sabe de si, mas seria uma pena não dar o devido uso ao quarto. Seja ele qual for.De manhã, tomado o pequeno-almoço com a tranquilidade que um sítio assim exige, impõe-se um passeio curto. Só à volta do jardim, para os apressados; ou pela mata, descendo pelo Vale dos Fetos, até à Fonte Fria. E então sim, regresse-se a casa reconfortado.
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Luso Morada: Mata do Bussaco
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