Restaurante Zaafran
Restaurante Zaafran
Noite e Restaurantes | Restaurantes
Restaurante localizado na Estefânia, na esquina com a Avenida Casal Ribeiro. O nome Zaafran é inspirado na especiaria exótica, sendo a cozinha de inspiração indiana. A ementa é reflexo de uma viagem. Viagem que tem início na India, região do Gujarat, que passa por Moçambique até chegar a Lisboa. O restaurante Zaaafran não pretende ser um restaurante de comida de fusão, é antes um local que reflecte a fusão vivida pelas pessoas que o fazem. Um espaço descontraído e ligeiro ao almoço, sofisticado e intimista ao jantar. A decoração é minimalista com pequenos detalhes inspirados na Índia.
Largo Dona Estefânia 8Lisboa
1000-126 LISBOA
Distrito: Lisboa
Concelho: Lisboa
Freguesia: São Jorge de Arroios
Mais Informações
Dia(s) de Encerramento: Domingos
Formas de pagamento: Multibanco
Animação: Ocasionalmente apresenta Danças Orientais
Especialidades: Entradas: Samoosa; Sheek Kebab; Naan. Sabores das Indias: Gosh Cury; Daal Matchi; Aloo Panner Palak; Paneer Tikka Massala; Murghi Tikka Massala.
Sabores das Africas:Caril de Caranguejo com Molho de côco; Caril de Camarão com Molho de côco; Gambas à Ponta d`Ouro.
Estacionamento: Não
Lotação: 80
Necessidade de reserva: Aconselhável
Observações: Serviço de Take Away
Preço Médio: 20.00
Recomendado para grupos: Sim
Serviços: Ar condicionado
Tipo de Restaurante: Indiano, Vegetariano, Moçambicano
Horário de Funcionamento: Das 12:00 às15:00 e das 19:00 às 23:00
Área para fumadores: Sala para fumadores
Se algum dos dados apresentados não estiver correcto, envie por favor, um e-mail para a redacção do Lifecooler.
Veja Aqui Mais Perto
|
Restaurante Zaafran – Lisboa
|
|
|
Fusão de sabores
|
|
|
Bárbara Bettencourt
|
|
|
Prepare-se para um toque de exotismo. Venha experimentar sabores da Índia e de África num espaço moderno e cosmopolita bem no centro da cidade, ali à Estefânia. Bem-vindo ao Zaafran (que é como quem diz "açafrão").
|
|
|
Durante mais de trinta anos foi uma loja de móveis mas em 2008 sopraram ventos de mudança e o objecto de negócio tornou-se mais efémero e aromático. O Zaafran é um restaurante familiar que funde na ementa as origens genealógicas dos proprietários. Bob Daud e Abdul Wahid, pai e filho respectivamente, trazem a Índia no sangue, África na alma e o Islão no coração. O resultado é uma carta que conjuga referências gastronómicas indianas, moçambicanas e árabes num espaço de ambiente europeu e minimalista.
À porta é o próprio Neptuno do largo da Estefânia que propõe uma viagem de sabores. A rota é a das especiarias, ou não fosse o nome, Zaafran (açafrão), o mote para uma ementa bem condimentada. Não faltam as tradicionais chamuças, pakora (pastéis indianos feitos de tiras de batata, beringela e cenoura), o pão indiano, nan, feito no tandor (forno tradicional de barro) e o roti, de farinha integral, também cozido no tandor. Se quiser inovar peça as espetadas de cabrito (sheek kebab) de sabor bem apurado. |
|
|
O caminho a seguir depois depende do rumo que der ao leme. Para a Índia, com os tradicionais Paneer Tikka Massala (queijo indiano com molho de especiarias e natas), Biryani (arroz basmati cozinhado em especiarias com batata, ervilha, couve e cenoura), os Tandoori e os caris (de peixe e cabrito). Para África, se optar pelo caril de camarão com molho de coco, o caril de caranguejo ou as gambas à Ponta d’Ouro, fritas à moda de Moçambique e acompanhadas por batata frita ou arroz. Se quiser ficar por Portugal experimente os bifes exóticos. O Baglah é frito à portuguesa com molho e batata frita. O Zaafran é grelhado com gengibre e alho, e vem servido com pakora de vegetais e chutney de manga.
Dois menus à sua escolha |
|
|
Aliás, três. O do almoço, o do jantar e o vegetariano. Durante o dia o conceito é mais descontraído. Pode optar por um menu mais económico com dois pratos, um deles vegetariano, que inclui paparis, prato, acompanhamento de arroz basmati e bebida (7,50 ou 6,50 se optar pelo vegetariano).
De dia ou de noite, o serviço é familiar e atencioso, há tempo para dedos de conversa, encontros de culturas, ou até, porque não, umas dicas de receitas. Até porque nesta ementa nada é obra do acaso, cada prato foi pensado e repensado para ter um toque genuíno, garantem, sem cedências fáceis. O espaço também difere dos tradicionais indianos, a formação de Abdul em design ditou linhas sóbrias e sofisticadas, um ambiente actual e arejado. A finalizar, nas sobremesas, são vários os doces tradicionais que vale a pena conhecer. O melhor é pedir um menu de degustação e provar os halwaa (doces) de cenoura, sêmola, leite aghar aghar e açafrão ou o rass malai, feito com leite em pó e natas. Os pratos oscilam entre os 8,50 e os 14,50. Ao jantar, conte com 25 euros por pessoa com entradas e sobremesas, mas sem vinho. |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
2009-02-25
|
|


213558894
ver todos



















