Restaurante A Cadeia Quinhentista

Restaurante A Cadeia Quinhentista
Noite e Restaurantes | Restaurantes
A funcionar desde 2006, nasceu de uma bem conseguida recuperação da antiga cadeia da comarca de Estremoz, um monumento do século XVI que se encontrava em ruínas. O edifício, de arquitectura da época medieval, foi transformado num moderno bar-restaurante, atractivo e de bom gosto, com uma oferta gastronómica baseada na cozinha tradicional alentejana, privilegiando os produtos regionais, as ervas aromáticas, os enchidos, os queijos e vinhos.
Rua Rainha Santa Isabel CasteloEstremoz
7100-509 ESTREMOZ
Distrito: Évora
Concelho: Estremoz
Freguesia: Santo André Estremoz
Mais Informações
Responsável: João Simões
Acessos: Pela A6 sair à indicação de Estremoz, e depois do centro histórico onde se encontra o castelo. O restaurante situa-se por detrás da Igreja de Santa Maria. Pode estacionar o carro no interior das muralhas, pois existe cerca de 200 lugares disponíveis.
Acessos para deficientes: Não
Dia(s) de Encerramento: Não encerra
História: Inserido numa antiga cadeia quinhentista da comarca de Estremoz.
Lotação: 46
Sanitários para Deficientes: Não
Acessibilidade de deficientes motores: Acessibilidade condicionada
Bar/Sala de espera: Bar e Sala de Espera
Especialidades: Entradas: Gaspacho à alentejana; Amêijoas com coentros frescos.
Peixe: Bacalhau dourado; Cação "temperado" com pimentão da horta e açorda de amêijoas.
Carne: Pataniscas de enchidos de porco preto; Grelhada Mista por Trilogia de Camarão de Moçambique; Borrego; Porco Preto.
Grelhados: Queixinhos de porco preto; Grelhada mista com rosmaninho da serra d´Ossa. Doces: Pudim d´Água, Manjar celeste.
Estacionamento: Sim
Estilo de restaurante: Bom Garfo
Formas de pagamento: Multibanco
Horário de Encerramento: 22:00
Necessidade de reserva: Aconselhável
Preço Médio: 25.00
Recomendado para grupos: Sim
Serviços: Ar condicionado.
Tipo de Restaurante: Português, Regional, Alentejano
Horário de Funcionamento: Das 12:30 às 15:00 h e das 19:30 às 22:00 horas.
Área para fumadores: Zona Fumadores + Zona Não Fumadores
Observações: CLASSIFICAÇÃO SERVIÇO VINHO A COPO VINIPORTUGAL (1-5): 4,0
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Veja Aqui Mais Perto
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A Cadeia Quinhentista – Estremoz
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Preso à comida.
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Paula Oliveira Silva
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No Alentejo, onde a gastronomia é um dos principais motivos de romaria, há muitos espaços que honram a cozinha tradicional. A Cadeia Quinhentista é um deles.
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Do castigo ao prazer A antiga cadeia comarcã - monumento do século XVI - também se insere neste perímetro amuralhado e foi salva da ruína numa altura em que o tecto já era o céu. O edifício, com traços medievais revelou-se um agradável e moderno restaurante onde as cores fortes (laranja e vermelho) convivem com particularidades arquitectónicas, como as abóbadas de tijoleira, as grossas paredes e as fortes grades de ferro no piso térreo que fazem parte da decoração. Porém, mais regional era difícil, e não é só por causa da gastronomia praticada. Aqui homenageiam-se os artesãos que trabalharam com mestria a madeira do mobiliário e o metal das cadeiras, fazendo lembrar as grades de uma das janelas, à beira da qual nos sentámos. Desenhos cravados na pedra mármore dos parapeitos e grades cerradas minuciosamente foram duas pequenas curiosidades de que nos apercebemos. A astúcia não chegou, no entanto, para imaginar que através do buraco no chão do primeiro andar, e que vai dar directamente ao restaurante, eram servidas as refeições aos presos mais perigosos para que não chegasse a haver contacto directo. |
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Histórias à parte, ao almoço, o estômago confirma as horas assinaladas pelo sino da igreja, que lhe fica pegada estando o restaurante nas suas traseiras. Digno de registo, no entanto, é a capela que bem se vê das janelas da sala de restauração em cujo varandim era celebrada missa para os presos. Na Cadeia Quinhentista o azeite e pão combinam-se em açordas, migas e sopas como é exemplo o gaspacho e a sopa de tomate. É fácil prever que a cozinha aqui praticada é a regional, valorizando os produtos frescos e de qualidade e os ingredientes da tradição. |
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Começámos com uns petiscos que nos serviram de entrada mas bem poderiam ser a refeição. Bochechas de bacalhau no carvão com pimentos vermelhos, Queijo de ovelha certificado gratinado com orégãos e a Morcela de porco preto com maçã salteada e alecrim da serra de S. Miguel consolaram os estômagos famintos. Na secção das receitas da tradição (como se não fossem todas) estão as Pataniscas de enchidos de porco preto e as Migas com carne de porco de alguidar. Na terra do borrego e porco preto, a Perdiz suave em azeite de Estremoz também faz sucesso e para os vegetarianos há sempre uma sugestão. E nem se ouse pensar que o peixe não entra nesta carta. Lombo de bacalhau lascado e cação “temperado” com pimentão da horta e açorda de amêijoas são bons representantes. As sobremesas são igualmente de deixar água na boca. Se não se for pelos queijos vai-se pelos doces como o Manjar Celeste ou o Pudim d’Água de Estremoz - um pecado originário de um mosteiro da região. |
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Design moderno e grades – uma combinação pacífica Se, ao tempo da cadeia, onde hoje se situa o restaurante ficavam os presos homens, no piso superior estavam as mulheres e a casa do carcereiro. Foi aliás, nesta última zona do edifício que foram encontradas pinturas murais a fresco e a lareira que ainda se mantém. No bar, os sumos naturais, a sangria branca, tinta ou de espumante, e os cocktails (com e sem álcool) surgem à cabeça da lista, mas também há os espumantes, do Alentejo principalmente. Sabia que há espumantes no Alentejo? É uma boa deixa para a despedida. Já agora... respire fundo, brinde à sua liberdade e ao momento! REPORTAGEM ACTUALIZADA EM NOVEMBRO DE 2009 |
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Informações Úteis
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Rua Rainha Santa Isabel Castelo










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