Restaurante Senhora Mãe
Restaurante Senhora Mãe
Noite e Restaurantes | Restaurantes
Situado em pleno bairro histórico de Alfama, perto da Sé de Lisboa, tem uma óptima esplanada onde poderá almoçar ou jantar ou, simplesmente, tomar uma bebida. A aposta gastronómica vai para a cozinha mediterrânica, de cariz tradicional. A decoração é romântica, honrando os materiais e a traça originais apesar de usarem soluções de influências urbanas e actuais. O ambiente é agradável e descontraído.
Largo de São Martinho 6 - 7Lisboa
1100-537 LISBOA
Distrito: Lisboa
Concelho: Lisboa
Freguesia: Santiago
Mais Informações
Responsável: Gil Nunes
Dia(s) de Encerramento: Segundas
Horário de Encerramento: 01:00 00:00
Preço Médio: 25.00
Tipo de Restaurante: Mediterrânico
Observações: No dia 8 de Março - Dia da Mulher - tem uma surpresa para todas as mulheres que vierem jantar (prenda ou cocktail) .
Outro contacto: 918 878 800
Recomendado para grupos: Sim
Sanitários para Deficientes: Não
Serviços: Ar condicionado e Esplanada
Acessibilidade de deficientes motores: Acessibilidade condicionada
Horário de Funcionamento: Das 12:00 às 18:00 e das 19:30 às 23:00
Acessos: Eléctrico 28, Autocarro 37
Lotação: 34
Necessidade de reserva: Aconselhável
Acessos para deficientes: Não
Animação: Música ambiente
Bar/Sala de espera: Bar e Sala de Espera
Estacionamento: Não
Estilo de restaurante: CoolPlace
Formas de pagamento: Cartões Crédito, Multibanco
História: O Convento de São Martinho. O Bar - Pé Sujo. O Bar/Restaurante - Divina Comida. Agora, o restaurante Senhora Mãe.
Especialidades: Peixe - Camarão Agridoce c/ Paparis e Salmão mi-cuit c/ espinafres. Carne - Lombinhos de Porco preto c/ Arroz Basmati e Estufado de carne c/ alecrim
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senhora mãe - Lisboa
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Português, ma non troppo.
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Catarina Sacramento
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Num dos bairros históricos de Lisboa, com a imponente Sé Catedral como vizinha, o restaurante Senhora Mãe prova que cozinha portuguesa, modernidade e sofisticação podem servir-se à mesma mesa. Já a esplanada, solarenga e colorida, alimenta sobretudo os olhos.
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(Al)fama e proveito
Às vezes, o cenário é tudo. Outras vezes não é, mas ajuda. Poucos locais da cidade se podem gabar de ter uma envolvente tão agradável como esta esplanada tranquila, com toalhas coloridas, abrigada pela sombra das árvores e dos guarda-sóis. Estar ali sentado e ver cruzarem-se os eléctricos – sobe o amarelo 28, em direcção à Graça; desce o vermelho, turístico – é coisa digna do melhor cartão postal: um retrato vivo da Lisboa antiga, conservada no tempo, tirado mesmo à nossa frente. Mas se é verdade que a beleza desta colina encimada pelo Castelo de São Jorge encanta, também o é que, em grande parte, determina. Determina que o restaurante seja maioritariamente sazonal, com potencialidades redobradas nos meses de Verão, por um lado; e, por outro, determina que sejam os turistas a sua principal fatia de clientes durante quase todo o ano. Alfama não é um local onde um lisboeta pare, durante o dia, a apreciar a paisagem. É fácil perceber que não são portugueses quem por ali anda, de passo lento e cabeça erguida, a absorver com os olhos os séculos de História em redor. E é esse o desafio maior que o Senhora Mãe abraça: conciliar o lado tradicional do cenário onde se encontra com nuances de arrojo e de diferença nos pratos que apresenta. |
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Para inglês ver… e provar
O nome Senhora Mãe, ao contrário do que a proximidade da Sé pode fazer supor, não evoca uma tradição religiosa, mas sim culinária. É uma homenagem à comida da mãe – caseira, tradicional – (daí a palavra “mãe”), com a dose certa de respeito que a figura maternal merece (daí a “senhora”). Ao mesmo tempo, é uma cozinha aberta a influências várias, reinterpretada à luz dos tempos actuais. A ideia base foi partir dos ingredientes típicos do Mediterrâneo – o azeite, o alho, os coentros – e inovar. Inovar na combinação dos alimentos, na introdução de outros paladares, e, tão importante quanto o resto, inovar na forma de o oferecer aos olhos. Eis a máxima que o cozinheiro, luso-sueco, tratou de pôr em prática: é preciso pegar na cozinha portuguesa e pô-la bonita. |
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O espaço, onde até há pouco mais de um ano funcionava o "Divina Comida", renasceu de cara lavada, com um novo conceito: a fachada foi renovada, criou-se um balcão e uma zona de vinhos (todos portugueses). E no final de Julho de 2006 abria as portas o Senhora Mãe, com a clara intenção de criar uma identidade também através do ambiente. Por um lado, a carta; mas também a equipa jovem, a música, a luz, a decoração.
De Novembro a Março, o restaurante abre apenas ao jantar e revela uma outra faceta: a sala interior. As mesas em madeira e a pedra à vista nas paredes, a iluminação reduzida e a música ambiente alimentam uma atmosfera romântica e intimista, cúmplice de conversas demoradas. |
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Agora escolha
Foi ainda com o sol por companhia que experimentámos algumas opções da ementa. Desde logo, no couvert, além das azeitonas marinadas e do queijo alentejano, servem-se outros sabores menos convencionais: a pasta de tomate seco ao sol ou as manteigas de chouriço e de pesto são disso bons exemplos. Nas saladas, a de presunto com figos, queijo da ilha e pinhões tostados (mais doce e forte), recomenda-se; mas a de salmão marinado com lima e abacate picante pode ser uma alternativa interessante. Depois de provar o queijo de cabra panado com compota e rúcula selvagem, escolhemos um prato mais leve, para equilibrar: salmão mi-cuit (um lombo alto, assado no forno, mal passado por dentro) com espinafres, batata frita em gomos e tiras de mandioca frita. E se a apresentação é capaz de surpreender os incautos, vale a pena demorar os olhos alguns instantes na autêntica tenda de índio que são os camarões agridoces servidos sobre paparis. Para sobremesa, a escolha recaiu sobre uma taça de fruta marinada com hortelã e creme de mascarpone; embora o coulant de chocolate ou a panacota de chocolate branco com frutos silvestres se mostrassem sérios rivais. Um conselho? Mesmo que hesite, não prolongue muito a decisão: é que o menu muda de seis em seis meses. |
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2007-11-07
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Informações Úteis
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Largo de São Martinho 6 - 7



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