Restaurante Sessenta Setenta

Restaurante Sessenta Setenta
Noite e Restaurantes | Restaurantes
É um dos restaurantes obrigatórios da cidade do Porto, instalado numa dependência do antigo Convento de Monchique e com magnífica vista sobre o Douro. Lourenço Roqui foi o arquitecto responsável por este espaço de bom gosto. Na cozinha brilha a arte do chefe Francisco Meireles.
Mais Informações
Responsável: Francisco Meireles
Acessos: Acesso pela Rua da Restauração.
Acessos para deficientes: Não
Bar/Sala de espera: Bar e Sala de Espera
Dia(s) de Encerramento: Sábados (Almoços), Domingos
Especialidades: Entradas: Ostras frescas com ananás e soja; Sapateira com creme de Pêra abacate; coentros; funcho e bolacha; atum marinado em azeite com broa frita; Bife tártaro; Galinha de Bresse; Bacalhau Dourado; Cabidela de Capão; Mão cde vitela; Truta salmonada marinada; Sopa massa folhada. Peixe: Bacalhau dourado; lulas salteadas e o Robalo com puré de batata. Carne: Pombo com chila Folhado "foie gras". Doces: Pêra Glacée; Marquise de chocolate; Mil folhas; Souflé Grand Marnier.
Estacionamento: Sim
Formas de pagamento: Cartões Crédito, Multibanco
Horário de Encerramento: 00:00
Lotação: 52
Necessidade de reserva: Não é necessário
Preço Médio: 35.00
Recomendado para grupos: Sim
Sanitários para Deficientes: Não
Serviços: Ar condicionado; música ambiente.
Tipo de Restaurante: Cozinha de autor
Área para fumadores: Zona Fumadores + Zona Não Fumadores
Horário de Funcionamento: Das 13:00 às 15:00 e das 20:00 às 24:00
Ambiente e decoração: Decoração minimalista, numa feliz combinação entre o simplista e o acolhedor, entre o clássico e o moderno.
Observações: CLASSIFICAÇÃO SERVIÇO VINHO A COPO VINIPORTUGAL (1-5): 3,4
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Veja Aqui Mais Perto
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Restaurante Sessenta Setenta - Porto
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Tentação à beira-Douro.
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Sara Raquel Silva
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Com uma cozinha delicada e vistas soberbas sobre o rio Douro, o Sessenta Setenta é um restaurante incontornável na cidade Invicta.
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Alojado em parte do antigo Convento de Monchique, o Sessenta Setenta, fazendo jus ao trocadilho da designação (se senta, se tenta) é realmente tentador. A decoração, sóbria, mas de extremo bom-gosto, tem como remate de ouro uma vista sublime sobre o Douro.
Os responsáveis por tão agradável casa de comida são Francisco Meireles, o chefe, e o arquitecto Lourenço Roqui, um dos sócios, que recuperou integralmente esta dependência do Convento de Monchique, transformando-a num espaço de uma simplicidade desarmante. As paredes de pedra estão pintadas de cinza e o mobiliário de linhas direitas é disposto geometricamente ao longo da sala. Esta é iluminada, consoante a altura do dia, pela luz que jorra da janela ou por discretos candeeiros, ora suspensos no tecto, ora aplicados a cada mesa. Assim, se à hora de almoço, o restaurante é sobretudo acolhedor, à noite as velas e a iluminação artificial dão outro mote – o do romantismo. A cozinha, por seu lado – e o que nos traz de facto por aqui -, suplanta as expectativas. Sem sombra de dúvidas que Francisco, apesar de nos garantir a ausência de formação clássica na área, é senhor de uma técnica segura, capaz de surpreender com paladares inusitados. |
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Tanto que arrecadou o prémio de melhor sobremesa com uma original Pêra Glacé, no concurso organizado pela Chivas Regal (o júri era presidido pelo conceituado chefe Vítor Sobral), em 2005. E pensar que há apenas três anos trabalhava no ramo automóvel…
O chefe parece criar segundo a inspiração do momento. Não gosta, por isso, de adiantar muitos pormenores sobre a sua cozinha – apenas que prefere “não misturar muitos alimentos, pois quanto menor é a intervenção nos produtos, melhor e maior é o aroma”. E também prefere não conotar o seu restaurante com nenhum tipo de gastronomia em particular, servindo pratos tão distintos como Sapateira com Pêra Abacate, Rodovalho com Espargos ou Cabidela de Capão. Nós aprovamos a política de simplicidade, até porque o Patattu, entrada da sua autoria, confeccionado à base de batata, fava, feijão e açafrão, que experimentámos, é soberbo. Ainda mais quando se tem o Douro, os rabelos e as caves do vinho do Porto, já do lado de Gaia, por companhia. |
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Esta casa é mesmo uma surpresa: quem entra ao nível do rés-do-chão pela rua sinuosa que desce até ao rio, não pode imaginar que o espera uma vista digna de um terceiro andar! Esta foi, aliás, uma das principais razões que levou Francisco Meirelles a optar pelo edifício.
Após o Patattu, seguiu-se um prato especial, que não constava na carta: Robalo em cama de tomate confitado e molho de creme fraîche com pepino, em doses modestas para tão admirável paladar. E, por fim, a já célebre Pêra Glacé, servida fatiada com sorbet de limão - um toque de frescura, que rematou a refeição com particular fineza. Mas, desde os doces mais doces, às frutas sempre servidas com originalidade, Francisco tem sempre como deixar o mais exigente dos gourmets plenamente satisfeito. |
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2006-01-10
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Informações Úteis
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Rua Sobre o Douro 1 A









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