Restaurante A Barca Tranquitanas

Restaurante A Barca Tranquitanas
Noite e Restaurantes | Restaurantes
O espaço é simples e agradável, pouco mais que uma cabana de madeira com 2 esplanadas. Em volta, o mar a perder de vista, um cenário de cortar a respiração. A cozinha é igualmente feita da sabedoria das coisas simples, apetitosa e confeccionada com esmero.
Entrada da BarcaZambujeira do Mar
7630 ZAMBUJEIRA DO MAR
Distrito: Beja
Concelho: Odemira
Freguesia: Zambujeira do Mar
283961186
Mais Informações
Responsável: Arménio Silva
Acessos para deficientes: Sim
Animação: Não tem animação.
Dia(s) de Encerramento: Segundas (Dezembro e Janeiro)
Estacionamento: Sim
Necessidade de reserva: Não é necessário
Observações: De Julho a 15 de Setembro não encerra dia nenhum.
Recomendado para grupos: Não
Sanitários para Deficientes: Não
Período de Férias: Dezembro e Janeiro
Horário de Funcionamento: Das 12:00 às 23:00.
Acessos: A 3 km da Zambujeira do Mar, no cruzamento para o Porto das Barcas.
Especialidades: Peixe: Feijoada de Búzios; Peixe grelhado no carvão; Polvo frito; Caldeirada; Moreia frita; Filetes de peixe e Pampo com arroz de tomate.
Estilo de restaurante: Bom Garfo
Formas de pagamento: Multibanco
Horário de Encerramento: 02:00
Lotação: 60
Preço Médio: 15.00
Tipo de Restaurante: Fora-de-horas
Serviços: Esplanada
Área para fumadores: Não Fumadores
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Veja Aqui Mais Perto
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Barca Tranquitanas – Zambujeira do Mar
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Já apetece um almoço com mar à vista.
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Paula Oliveira Silva
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Costuma dizer-se que as coisas boas guardamos só para nós, mas como de inveja não sofremos, entregamos-lhe de bandeja um dos segredos mais bem guardados da restauração do sudoeste alentejano, a Barca Tranquitanas.
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O Tranquitanas, como também é familiarmente conhecido, é dos melhores sítios para se comer peixe durante praticamente todo o ano, exceptuando Dezembro e Janeiro que fecha para descanso de quem passou o ano inteiro a trabalhar no duro. |
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Lá dentro e sempre que o vento estiver por longe, as janelas abrem-se. Entra o sol radioso sem interferências e entra o cheiro a campo e a mar. As paredes estão forradas a fotografias do cais de outros tempos e de uma praia deserta muito perto do restaurante mas só para quem sabe lá chegar... As conchinhas pregadas na parede dão mais um ar de singelez. Tudo simples como simples continua a ser o Tranquitanas.
Enquanto se conversa, na mesa já está um queijinho, as azeitonas, o pão e o paio alentejanos. Os guardanapos e as toalhas são de papel. As cadeiras compostas por almofadas no assento são das poucas inovações que ali pode encontrar, mas em compensação o peixe é fresco. Vem da costa alentejana, dos pescadores que sempre comercializaram aqui. Por isso as desculpas da gerência, mas se o mar não tiver com disposição, não se serve peixe. Ponto final, ou prefere ser enganado? Comi um arroz de tomate (saído da horta) e ainda hoje me lembro dele. Acompanhei com filetes de peixe pampo mas podia casá-lo com moreia frita. As doses são muito bem servidas e deve ser raro sair de lá alguém descontente. Sargo, dourada e robalo no carvão e ainda caldeirada, de chocos e à pescador, para matar as saudades do mar. Para estômagos mais resistentes, as feijoadas de chocos ou de búzios são do mais procurado na zona. O mar como complemento de um sustento que sai da terra e que se encontra muito no prato. Nos campos ainda se vêem burros, colaboradores do homem e auxílio indispensável do muito que aqui se faz no campo da agricultura. As migas assistem à carne de porco e depois há vários bifes como alternativa. Já agora não deixe de fazer o gosto à neta do fundador e prove o doce de vinagre. Escusado será dizer que volte porque sei que o fará mais tarde. Com toda a certeza. REPORTAGEM ACTUALIZADA EM JULHO DE 2009 |
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2004-03-02
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