Café Malaca - Lisboa
Restaurante Café Malaca
Noite e Restaurantes | Restaurantes
O primeiro piso do Clube Naval de Lisboa, no Cais do Sodré, esconde uma pérola com sabor, visual e aromas do Oriente. De olhos postos no rio Tejo, aqui, na companhia da brisa ribeirinha, se degustam iguarias do outro lado do mundo. Comida asiática de fusão que se traduz numa ementa requintada. E quem quiser levar parte da experiência para casa, pode sempre fazê-lo, levando um dos artigos da loja de artesanato, integrada no restaurante.
Cais do Gás Armazém H 1º Clube Naval LisboaLisboa
1200-109 LISBOA
Distrito: Lisboa
Concelho: Lisboa
Freguesia: São Paulo
Mais Informações
Responsável: Yoon Chin
Horário de Encerramento: 23:30
Observações: Têm cocktails orientais.
Bar/Sala de espera: Bar e Sala de Espera
Dia(s) de Encerramento: Segundas (Almoços)
Especialidades: Peixe: Caril Verde de peixe.
Formas de pagamento: Multibanco, Cartões Crédito
Tipo de Restaurante: Fusão, Asiático
Horário de Funcionamento: Das 12:30 às 15:00 e das 19:30 às 23:30.
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Café Malaca - Lisboa
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Por paladares nunca dantes navegados.
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Andreia Melo
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Qual Vasco da Gama, o Lifecooler partiu rumo à descoberta dos aromas e sabores do Oriente. Como a dele, a nossa viagem também começou junto ao Tejo, mas não foi preciso levantar âncora para ir parar à Índia, Japão ou Malásia. Só foi preciso subir o lance de escadas que conduzem ao segundo piso do Clube Naval de Lisboa, no Cais do Gás. É aqui que fica o Café Malaca.
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De vento em popa
O balcão que serve como bar é o casco de um barco, a sala lembra uma proa com as janelas a abrirem sobre o Tejo, o tecto é alto mas as traves mesmo sobre as mesas recordam a estrutura do interior de uma embarcação. As referências ao universo náutico, quase inevitáveis dada a sua localização, ficam por aqui. Em destaque está a decoração e a gastronomia orientais, tudo como manda a mulher do leme: Yoon Chin. O espaço é pequeno e acolhedor, privilegiando uma atmosfera intimista onde predominam os tons claros e as cores vivas. Há mesas e cadeiras brancas de palha e outras de madeira. De uma forma ou de outra, todas foram restauradas e recicladas pela proprietária para preservar a aura que emana de objectos que têm passado. A única coisa que é nova neste espaço é o conceito que introduz, destacando-se como um dos poucos restaurantes lisboetas que servem comida genuinamente oriental. |
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Os tampos das mesas são todos de vidro, para deixar ver os tecidos importados da Malásia que colorem o restaurante e marcam o estilo da sala. Deste modo, cada mesa tem um padrão diferente e não há duas iguais. Assim como não há dois pratos iguais. Sobre cada uma delas, há uma orquídea e um copo de madeira com uma colher de pau e os tradicionais pauzinhos chineses. Chineses são também os candeeiros que pendem à altura dos olhos de quem passa a ombreira e compõem a decoração oriental do espaço.
A música zen faz as honras da casa. É ela a primeira a receber-nos. Através da audição, já deixamos Lisboa, agora só resta deixar os outros sentidos viajarem. |
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Cozinha oriental de fusão
Juntar numa refeição o melhor do Japão, da Índia, da Tailândia, da China e do Vietname já é possível. Guarde o sushi e o chop suey para outra ocasião. Em vez disso experimente um crepe primavera, um bife coreano, um caril porta do dragão ou uns gyoza. É que no Café Malaca os sabores do oriente conduzem o nosso paladar e o nosso olfacto pelos quatros cantos do mundo oriental. Nós experimentámos um crepe Vietnamita e louvamos a mistura de vegetais com os camarões e com o estaladiço do crepe. Continuamos com uns mala hai e ficamos a saber que é possível comer caranguejos sem ter de os despir da sua carapaça. Rendemo-nos ao caril verde caseiro e tirámos o chapéu ao pato Hong Kong. Este último destaca-se na lista uma vez que o pato é cozinhado no forno numa posição vertical e o prato demora no mínimo 24 horas a ficar pronto, uma vez que a ave é marinada no dia anterior. |
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2008-05-21
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