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Riosul Viagens e Turismo

Riosul - Viagens e Turismo

Animação Turística | Clubes e Empresas de Desporto Aventura

Organiza circuitos mistos ambientais e de aventura, de barco, jeep, canoa, bicicleta e pedestres, na área do rio Guadiana.

Localização Rua Tristão Vaz Teixeira 15 C
Monte Gordo
8900-470 MONTE GORDO

Distrito: Faro
Concelho: Vila Real de Santo António
Freguesia: Monte Gordo

Mais Informações

Período de Funcionamento: Aberto todo o ano. Segunda a sexta das 9:00 às 18:00.

Modalidades: Jeep, , Canoagem, Bicicleta, Passeios Pedestres, Passeios de barco



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Rota dos Mouros – V.R.S.A/ C. Marim
Serra acima, rio abaixo
   
Nelson Jerónimo Rodrigues
   
De Vila Real de Santo António a Foz do Odeleite, passando por aldeias remotas do sotavento algarvio, este passeio combina um safari todo-o-terreno a um cruzeiro no Guadiana e ainda oferece um almoço típico junto ao rio. E assim se descobre a face mais autêntica da região mas sem esquecer as gentes, os produtos e as tradições locais.
   
Desde 1977 a dar a conhecer o Algarve. Este bem que podia ser o lema da Riosul, cujas origens (então com o nome Guaditur) fazem dela uma das primeiras empresas nacionais a organizar circuitos ambientais e de aventura.

Depois de 35 anos a explorar “percursos onde as estradas acabam” decidiram lançar um circuito dois em um que mostre “o melhor e o mais genuíno do Algarve”. E neste caso não se trata das praias, não senhor, mas sim do barrocal, da serra e do Guadiana.

O objectivo é seguir os passos das civilizações mouras que em tempos dominaram estas paragens - daí o nome Rota dos Mouros -, mas conjugando a oferta cultural à adrenalina de jipes 4x4 que deambulam por montes e caminhos sinuosos. E no final, para descontrair, há sempre um passeio de barco pelo tranquilo Grande Rio do Sul.
   
História, Natureza e Aventura

O cais da Alfândega, em Vila Real de Santo António, serve de ponto de encontro aos participantes da Rota dos Mouros e uma vez feita a distribuição pelos jipes parte-se sem mais demora para Castro Marim, onde se dá a primeira paragem. O Forte de São Filipe, no alto de um monte com vistas largas, é o local ideal para dar a conhecer a história e a geografia da região.

De um lado, temos o casario da vila à sombra do castelo (local emblemático da presença moura) e do outro estende-se a Reserva Natural do Sapal de Vila Real de Santo António e Castro Marim, para onde iremos de seguida. Aqui, passamos pelas salinas tradicionais e por várias quintas agrícolas, sempre com a preocupação de não perturbar as inúmeras espécies de aves que escolheram esta área protegida para nidificar, como os flamingos, que tivemos a sorte de avistar de bem perto.

Daqui seguimos em direção a Rio Seco e depois de um breve troço de asfalto voltamos de novo aos trilhos de terra batida, mas agora num sobe e desce constante que nos faz fincar os pés e cerrar os dentes. Aqui e ali lá se avistam alguns pequenos povoados, mas as suas gentes parecem tão surpreendidas por nos verem como nós ficámos ao encontrar vivalma no meio daqueles montes perdidos.
   
O Algarve verdadeiro

Depois da paisagem seca e agreste da serra e do barrocal algarvio, a Barragem do Beliche revela-se surpreendente, mas num abrir e fechar de olhos já rolamos de novo por caminhos que só mesmo um todo-o-terreno consegue desbravar.

O primeiro vislumbre de civilização só volta a acontecer na povoação de Murteira de Baixo, onde admirámos a arte do cesteiro local (António Pereira), comprámos mel puro e cheirámos o pão caseiro (feito num forno a lenha) que mais tarde iríamos comer ao almoço. “Este sim, é o Algarve verdadeiro”, dizem-nos por lá.

Depois de Almada d’Ouro, uma aldeia cujo nome se deve a um antigo entreposto comercial de minério fundado pelos mouros, avista-se novamente água. É sinal que a primeira parte deste passeio já está quase a terminar, ou não estivesse o almoço marcado para a Quinta do Rio, uma pequena e castiça propriedade sobranceira ao Guadiana.
   
Almoço com vista para o rio

Se o calor apertar, a refeição poderá ser precedida por um mergulho na piscina da propriedade, colada à aldeia de Foz de Odeleite, e com vistas privilegiadas para o rio e para Espanha. Só depois os participantes são chamados à mesa, onde já os espera o tal pão caseiro e um queijinho alentejano.

Segue-se então uma Sopa da Montanha (típica da região) farta em legumes e ervas do campo, uma salada algarvia, um frango no churrasco e, para sobremesa, a doce laranja do Algarve. Tudo isto ao som de um grupo ao vivo, com músicas para todos os gostos, mas que privilegia a música popular portuguesa.

Com o estômago cheio nada melhor que dizer adeus à quinta com um pequeno passeio a pé até ao rio, onde já nos espera o Guaditur, o barco que nos levará de volta até Vila Real de Santo António. Largadas as amarras, soada a buzina, é tempo de descer o Guadiana. Sem pressas, diz-nos o comandante. É que este rio gosta de ser admirado com calma e parcimónia…
   
Ao sabor da maré

Junto a Foz de Odeleite, o Guaditur ainda tem a companhia de dois ou três pequenos veleiros, mas rapidamente passa a ser o único navio a descer o rio. A bordo, o Guadiana torna-se imenso, enquanto as aldeias ribeirinhas parecem ainda mais pequenas e isoladas à sombra dos montes algarvios.

De tempos a tempos lá se avista um dos antigos postos de vigia da Guarda Fiscal, outrora utilizados para combater o contrabando entre as duas margens, mas agora totalmente ao abandono. De resto, poucas mais casas se avistam, mostrando por que motivo esta região é considerada uma das mais despovoadas do Algarve.

No entanto, à medida que nos aproximamos da foz, começam as surgir os primeiros sinais dos tempos modernos. Os aldeamentos turísticos e campos de golfe mostram que o mar já não deve estar longe e o primeiro vislumbre da Ponte do Guadiana confirma-o.
   
Depois desta voltamos a reencontrar Castro Marim, agora de uma perspetiva bem diferente, mas ainda dominada pelo castelo e pelo Forte de São Filipe. Um pouco mais adiante, na outra margem, a cidade espanhola de Ayamonte também já se faz anunciar e logo a seguir surge Vila Real de Santo António, o ponto de partida e de chegada da Rota dos Mouros.

O Sol já se começou a pôr mas o navio, esse, ainda há -de voltar a subir e a descer o rio. É que a Riosul também organiza cruzeiros ao luar (apenas de verão) que prometem dar a conhecer uma nova faceta do passeio. Agora mais misteriosa, talvez mais romântica, mas sempre surpreendente. Tal qual o Grande Rio do Sul.
   
   
   
   
 
2012-07-09

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Telefone: 281510200

  •  Rota dos Mouros – V.R.S.A/ C. Marim - A Rota dos Mouros começa junto ao Cais da Alfândega de V. R. de Stº António. Metade dos participantes vai para os jipes do safari e a outra metade para o navio do cruzeiro. Depois do almoço trocam.A Rota dos Mouros começa junto ao Cais da Alfândega de V. R. de Stº António. Metade dos participantes vai para os jipes do safari e a outra metade para o navio do cruzeiro. Depois do almoço trocam.
  •  Rota dos Mouros – V.R.S.A/ C. Marim - Castro Marim é a primeira paragem da Rota dos Mouros. Do alto do Forte de São Filipe explicam-se as raízes mouras da vila e admira-se a paisagem da reserva natural do sapal. Castro Marim é a primeira paragem da Rota dos Mouros. Do alto do Forte de São Filipe explicam-se as raízes mouras da vila e admira-se a paisagem da reserva natural do sapal.
  •  Rota dos Mouros – V.R.S.A/ C. Marim - Grande parte do jipe safari é feito em trilhos de terra batida onde dificilmente chegaria um carro normal. Entre o sobe e desce da serra a emoção está garantida. Grande parte do jipe safari é feito em trilhos de terra batida onde dificilmente chegaria um carro normal. Entre o sobe e desce da serra a emoção está garantida.
  •  Rota dos Mouros – V.R.S.A/ C. Marim - Na pequena povoação de Murteira de Baixo observa-se a arte de um mestre cesteiro. Quem quiser pode comprar uma recordação para levar para casa.Na pequena povoação de Murteira de Baixo observa-se a arte de um mestre cesteiro. Quem quiser pode comprar uma recordação para levar para casa.
  •  Rota dos Mouros – V.R.S.A/ C. Marim - Enquanto o mestre cesteiro dá a conhecer a sua arte, a mulher vai cozinhando o pão caseiro que mais tarde será comido ao almoço. Enquanto o mestre cesteiro dá a conhecer a sua arte, a mulher vai cozinhando o pão caseiro que mais tarde será comido ao almoço.
  •  Rota dos Mouros – V.R.S.A/ C. Marim - A esteva é uma das plantas mais características da serra algarvia que a embeleza ainda mais na época em que está em flor. No meio de tantas, consegue descobrir o jipe da Riosul? A esteva é uma das plantas mais características da serra algarvia que a embeleza ainda mais na época em que está em flor. No meio de tantas, consegue descobrir o jipe da Riosul?
  •  Rota dos Mouros – V.R.S.A/ C. Marim - A Rota dos Mouros dura um dia inteiro e custa 62 €, mas também é possível fazer só o jipe safari (43 €) ou o cruzeiro no Guadiana (47 €). Mais informações em www.riosultravel.com A Rota dos Mouros dura um dia inteiro e custa 62 €, mas também é possível fazer só o jipe safari (43 €) ou o cruzeiro no Guadiana (47 €). Mais informações em www.riosultravel.com
  •  Rota dos Mouros – V.R.S.A/ C. Marim - O jipe safari termina com a chegada à Quinta do Rio, situada em Foz de Odeleite, junto ao Guadiana. Segue-se depois um almoço típico com música ao vivo e muita animação.O jipe safari termina com a chegada à Quinta do Rio, situada em Foz de Odeleite, junto ao Guadiana. Segue-se depois um almoço típico com música ao vivo e muita animação.
  •  Rota dos Mouros – V.R.S.A/ C. Marim - Quando o calor aperta, a piscina da Quinta do Rio vem mesmo a calhar. Se estiver mais frio, há sempre a vista do rio para apreciar. Quando o calor aperta, a piscina da Quinta do Rio vem mesmo a calhar. Se estiver mais frio, há sempre a vista do rio para apreciar.
  •  Rota dos Mouros – V.R.S.A/ C. Marim - Depois do almoço, os participantes do jipe safari passam para o navio Guaditur, que os leva de volta a Vila Real de Stº António. Espera-os um cruzeiro pelo Grande Rio do Sul. Depois do almoço, os participantes do jipe safari passam para o navio Guaditur, que os leva de volta a Vila Real de Stº António. Espera-os um cruzeiro pelo Grande Rio do Sul.
  •  Rota dos Mouros – V.R.S.A/ C. Marim - Tranquila e bucólica. É assim a paisagem durante todo o cruzeiro no Guadiana. No verão a Riosul também organiza cruzeiros ao luar.Tranquila e bucólica. É assim a paisagem durante todo o cruzeiro no Guadiana. No verão a Riosul também organiza cruzeiros ao luar.
  •  Rota dos Mouros – V.R.S.A/ C. Marim - Nas margens do Guadiana ainda é possível ver as casas da Guarda Fiscal que em tempos combatiam o contrabando nesta fronteira natural.Nas margens do Guadiana ainda é possível ver as casas da Guarda Fiscal que em tempos combatiam o contrabando nesta fronteira natural.
  •  Rota dos Mouros – V.R.S.A/ C. Marim - Imponente mas graciosa, a Ponte Internacional do Guadiana marca a parte final do cruzeiro, já com Vila Real de Santo António e Ayamonte (Espanha) à vista.Imponente mas graciosa, a Ponte Internacional do Guadiana marca a parte final do cruzeiro, já com Vila Real de Santo António e Ayamonte (Espanha) à vista.
  •  Rota dos Mouros – V.R.S.A/ C. Marim - Castro Marim chegou a estar à beira mar e mais recentemente foi um importante porto de abrigo para os navios que subiam o Guadiana. Hoje luta contra o despovoamento, mas não perde a aura histórica.Castro Marim chegou a estar à beira mar e mais recentemente foi um importante porto de abrigo para os navios que subiam o Guadiana. Hoje luta contra o despovoamento, mas não perde a aura histórica.
Localização
• Vila Real de Santo António
Monte Gordo
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