Casa Campo das Bizarras

Ver em EspanholVer em Inglês Print Email Casa de Campo das Bizarras interior

Casa Campo das Bizarras

Alojamento | Agroturismo

Casas rústicas de granito rodeadas por um jardim com um vasto relvado, proporcionando um ambiente agradável e repousante. A sua proximidade ao rio Paiva e às serras de Montemuro e Gralheira, permite a prática de várias actividades tais como, desportos náuticos, passeios a cavalo ou todo-o-terreno ou passeios pedestres para manter contacto com a natureza.

Localização Rua da Capela 76
Fareja
3600-271 CASTRO DAIRE

Distrito: Viseu
Concelho: Castro Daire
Freguesia: Castro Daire

Mais Informações

Responsável: Marina Ferreira Rodrigues Moutinho

Localização: Campo

Preço Época Baixa: 56.00 €


Actividades agrícolas

Aeroporto (130 Km)

Animais não admitidos

Ar condicionado em áreas comuns

Badminton

Bar

Barcos (27 Km)

Bicicletas

Campo de golfe

Estação de autocarros (2 Km)

Estação de comboios (36 km)

Grill

Hospital / centro de saúde (2 Km)

Jardim

Parque de estacionamento

Parque infantil

Pesca (500 m)

Piscina

TV Satélite/TV Cabo

Posto de primeiros socorros (2 Km)

Praia (2 Km)

Zona de caça (500 m)

Refeições

Restaurante (2 Km)

Sala de bilhar/snooker

Sala de estar comum

Sala de estar privada

Sala de jogos

Sala de leitura

Sala de TV e/ou vídeo

Ténis

Termas (6 km)

Tiro aos pratos

Nº de camas: 19

Nº de quartos: 10

Período de funcionamento: Excepto Novembro.

Acessos: Pelo IP 5 e pela Estrada Nacional 2.

Formas de reserva: Telefone, Fax

Observações: Outro contacto: 962709988. A Unidade Hoteleira dispões de 5 quartos com sala privativa e kitchenette.

Categoria: Agroturismo



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Casa das Bizarras, em Castro Daire
O estranho nome chama a atenção, mas a casa nada tem de Bizarro. Tem, isso sim, óptimos quartos, lareiras e salamandras, uma decoração bonita, um belo pomar e dois gansos carinhosos.
   
N'Dalo Rocha
   
Na aldeia de Fareja, a dois quilómetros de Castro Daire, há um agro-turismo simpático, rústico e original. A Casa de Campo das Bizarras, lugar onde o hóspede se sente bem à vontade. E a grande responsável pelo bom ambiente é a proprietária, Marina Moutinho. Paternalista, passe a aparente contradição, e afectuosa, trata os hóspedes com carinho e tem o dom da palavra.


O estranho caso do Bizarro

Em dez minutos, quem chega fica a saber o porquê do nome Bizarras. Ao contrário do que se possa imaginar, não há nenhum gosto especial pelo Bizarro, como há dois anos perguntou um cliente francês, por sinal sádico. A origem do nome remonta ao apelido Bizarro, a família que habitou a casa há mais de um século, da qual descenderam apenas quatro irmãos.
   
Dois deles foram ordenados Padres, e as duas irmãs que continuaram a viver na casa nunca chegaram a casar-se. E foi precisamente por causa delas que o povo de Fareja apelidou esta casa como a das Bizarras. Sem descendência, o imóvel foi adquirido pelo avô da actual proprietária, abastado industrial da região, que a cedeu a mais um caseiro para que trabalhasse num campo de milho. Na época a casa não tinha nem um quinto da área que hoje possui, e na sala de estar da casa principal ainda se percebe no chão da lareira que ali existiu uma minúscula cozinha.


E agora venham os viajantes

Passaram-se anos e a visão empresarial de Marina Moutinho levou-a a adquirir uma série de casas à volta e a agrupá-las todas de modo a construir um grande agro turismo. No total, 4 apartamentos 2 quartos duplos, todos com casa de banho, que dão para receber até 20 pessoas de uma vez. Em óptimas condições. O aumento da Casa Campo das Bizarras passou pela reconversão das lojas em quartos e apartamentos. Em algumas aldeias beirãs chama-se loja à adega ou ao estábulo. Assim, a loja do porco e a loja do vinho, acabaram reconvertidas em mais quartos.
   
Nestes pequenos mas pitorescos apartamentos há detalhes tão incríveis como a raíz da videira que sai do chão de um, atravessa o teto até ao primeiro andar e volta a perfurar a parede da rua. E por incrível que pareça, dá uvas. Marina Moutinho explica que “não queria arrancar a videira, por isso encontrei esta solução”. A videira agradece, e quem vem também. As casas, típicas da região, foram construídas a partir de enormes blocos de granito que conferem um ar sólido e aconchegante, principalmente nos dias frios. Até porque em todas as salas há sempre lareira ou salamandras, ainda que nos quartos se encontrem modernos aquecedores. Sinais do progresso.


Os olhos também dormem

Grosso modo, os móveis – camas e roupeiros - são de madeira escura, mas não é difícil encontrar relíquias como livros seculares, portas centenares que estavam numa casa e passaram para outra ou mobiliários art noveau nas casas de banho dos apartamentos, que Marina trouxe de uma das quintas do avô. Na casa principal, para além da original biblioteca, há a cozinha onde se faz o pequeno almoço. Mas o melhor é à noite, quando se acende a enorme lareira que faz de fogão, não para assar frangos, mas para se aproveitar o calor, enquanto se degusta uma bebida atestada no bar que está mesmo em frente. É que à noite o frio não é para brincadeiras. Depois, para aqueles que gostam de prolongar o convívio, há mesa de bilhar numa sala isolada, onde se pode fazer barulho e estar mais à vontade.
   
No imenso quintal traseiro, o pomar, que só existe porque Marina pediu insistentemente ao pai que plantasse árvores de frutos em vez de outro campo de milho. Em boa hora o fez, pois o pomar é bonito. Nele, dois gansos exibem-se aos hóspedes enquanto vão comendo tufos de relva, e até a cadela Jonica, uma Serra da Estrela dócil, vai-se esfregando amistosamente nas pernas de quem passa, suplicando por festas. Ao canto, um pequeno lago onde alguns peixes hibernam por esta altura e mesmo por detrás, uma enorme árvore onde as pessoas da aldeia dizem estar enterrado um valioso tesouro. Marina Moutinho conta que os seus filhos até já lá andaram com um detector de metais, mas do tesouro, só se encontrou a lenda.
   
   
   
   
   
   
   
 
2002-01-21

Informações Úteis

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CHEGAR AO SÍTIO

Vindo de Viseu, siga pelo IP3 em direcção a Lamego. Antes, vai encontrar Castro Daire. Depois, é só seguir as placas azuis de agro-turismo.

INFORMAÇÕES ÚTEIS

Só há refeições se forem solicitadas. Não é permitida a admissão de animais, mas futuramente quem tiver cavalos, poderá levá-los, pois estão em construção boxes.
Também há court de Ténis de piso sintético, piscina e bicicletas para alugar.
No verão é possível frequentar as praias fluviais de Castro Daire, a cinco minutos.

COMER BEM

Telefone: 232604629

DORMIR DESCANSADO

Telefone: 232386107

Localização
• Castro Daire
Castro Daire
Rua da Capela 76

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