Restaurante Alma - Henrique Sá Pessoa
Restaurante Alma - Henrique Sá Pessoa
Noite e Restaurantes | Restaurantes
O Alma, restaurante de Henrique Sá Pessoa, abriu portas no bairro de Santos-o-Velho. Uma cozinha com sentimento e com a assinatura de um dos mais conceituados chefes da gastronomia portuguesa. A arquitectura de Eduardo Malhado e o design de Catarina Ventura resultam num espaço confortável, elegante, muito clean, onde o branco é a cor predominante. A carta deriva da interpretação de Sá Pessoa da cozinha portuguesa com destaque para o leitão confitado com fondant de batata-doce e para o bacalhau com puré de grão, tempura de sardinha e tomate seco. Um conceito de cozinha de autor low-cost que propõe dois menus de degustação: o menu alma (28 euros) é composto por entrada, prato principal e sobremesa, e o menu degustação (39 euros) que inclui cinco pratos.
Calçada Marquês de Abrantes 92/94Lisboa
1200-720 LISBOA
Distrito: Lisboa
Concelho: Lisboa
Freguesia: Santos-o-Velho
Mais Informações
Área para fumadores: Não Fumadores
Dia(s) de Encerramento: Segundas
Especialidades: Leitão confitado; bacalhau com grão; risotto de cogumelos porcini.
Preço Médio: 35.00
Tipo de Restaurante: Cozinha de autor
Horário de Funcionamento: Terça a sábado, das 19:30 às 24:00
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Restaurante Alma – Lisboa
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Cozinha de autor com o cunho do chef Henrique Sá Pessoa
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Ana Abranches
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Com menos de um ano de existência, o Alma é um exemplo de sucesso, com a casa sempre cheia. O ambiente, a decoração, o serviço e a cozinha apontam em uníssono para a chave do êxito: o encontro harmonioso entre a mais alta qualidade e um acolhimento primoroso sem descurar o conforto.
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Depois de sete anos de trabalho em conjunto, Henrique Sá Pessoa e o seu sub-chef, Daniel Costa, estreiam-se na aventura de abrir um restaurante próprio. Uma aventura sem muitos perigos, diga-se, tendo em conta os êxitos sucessivos da dupla, cujo percurso engloba casas como o Restaurante Xarope, em Cascais, o Restaurante La Villa, no Estoril, o Bairro Alto Hotel e o Sheraton, ambos em Lisboa.
Um projecto com Alma O projecto conjunto ambicionava assim afirmar-se pela qualidade de topo e pelo requinte, com os quais se habituaram a trabalhar, proporcionando um ambiente próprio para a degustação. E assim nasceu o Alma. Um pequeno espaço em Santos, onde o branco impera. |
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Um ambiente verdadeiramente etéreo, onde uma nuvem-candeeiro se contorce junto ao tecto, numa alusão ao nome do restaurante. “Alma porque a vida de cozinheiro é muito difícil; mas quando o prazer de se confeccionar algo é seguido pelo prazer de quem o saboreia, então vale a pena. Alma porque sem ela a profissão não faz sentido”, explica Daniel Costa.
Alma Nocturna Apesar de a partir das 16 horas já haver movimento para receber e preparar os ingredientes frescos acabados de chegar, o restaurante apenas está aberto para jantares, a partir das 19h30. Isto porque o projecto visa não a rentabilização do espaço mas a realização pessoal e profissional, aliada a uma determinada qualidade de vida. Enquanto Henrique reserva o tempo disponível para a família e para o basquete, Daniel volta-se para o ténis e para o surf. Num ambiente a média luz, complementada pela luz trepidante de velas, o espaço mantém-se bem iluminado, sem contudo debelar o seu carácter íntimo. Através de orifícios circulares nas paredes alvas espreita a parede original, irregular e de tons ocre, fazendo um contraponto face à alvura dominante. São os “olhos da alma”, mais um apontamento de índole clean do trabalho conjunto do arquitecto Eduardo Malhado e da decoradora de interiores Catarina Ventura. |
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Da cozinha espreitam outros olhos, os do chefe e os do sub-chefe que, no meio da azáfama, espreitam para confirmar o deleite de quem degusta as suas iguarias, através da faixa de vidro à altura dos olhos que irrompe a parede do fundo da sala. Um sinal de transparência e de elegância da sala.
A música é assumidamente variada, oscilando entre o étnico e o erudito, de acordo com o dia em questão. Rita Redshoes, Nitin Sawhney e Buena Vista Social Club são alguns dos nomes que figuram no repertório musical. O serviço é atencioso e cuidado, sem no entanto ser esmagador ou constrangedor. “Connosco veio a nata das pessoas com quem trabalhámos ao longo dos sete anos”, adianta Daniel. Uma carta singular Desde que inaugurou a 14 de Fevereiro deste ano, o restaurante tem estado invariavelmente fully booked. A cozinha de autor, que se recusa a encaixar em qualquer categoria gastronómica pré concebida, exibe influências nacionais e internacionais, denunciando nomeadamente a temporada que Henrique fez à Austrália. Influências nacionais, francesas e asiáticas convergem numa confecção sem preponderância unilateral. |
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Existe todo um jogo de sabores que assume o seu apogeu na cavala, como entrada; no leitão, como prato quente; e ainda no crème brûlée de erva de príncipe e framboesa, uma iguaria que os acompanha desde o início do trabalho em equipa.
Mas desengane-se quem julga que se destina apenas a bolsos fundos, bem fundos. “O Menu Alma inclui duas entradas e dois pratos principais à escolha, e ainda uma sobremesa, tudo opções que constam da carta, por €28/pessoa”. O que explica a intencional confluência de jovens e adultos, especialmente no final da semana. E no final da refeição, o chef Henrique Sá Pessoa faz uma breve visita mesa a mesa, trocando impressões com os convivas. Não desanime se ouvir um “lamento, mas já estamos completos”. O normal é haver uma lista de espera de uma semana. Pelo que o aconselhamos a planear a experiência com alguma antecedência e a reservar a sua presença. O prazer é seu. |
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2009-10-07
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Informações Úteis
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Calçada Marquês de Abrantes 92/94











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